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Servidores exigem garantia de salário no dia 10 e fim dos incentivos ao "barões" de MT
16-11-2017 - 10:51

O Governo do Estado pagou na terça-feira (14) a folha da segunda turma de servidores em relação aos salários de outubro. Receberam aqueles que tem vencimentos entre R$ 5 mil e R$ 10 mil líquidos, que correspondem a 96% do total de funcionários do Estado. O Governo espera completar o pagamento da folha no dia 22, quando deve pagar também os aniversariantes de outubro.

Porém, já vem recebendo cobranças em relação ao pagamento de novembro. O Fórum Sindical, que participou de uma reunião na terça com representantes do Paiaguás, exige uma garantia de que os salários de dezembro serão quitados até o dia 10 do próximo mês.

Para o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso (Sisma-MT) e membro do Fórum Sindical, Oscarlino Alves, é preciso que o Governo apresente a real situação das contas públicas e dê garantias de que os salários de dezembro serão pagos no próximo dia 10, como prevê a constituição estadual. “Precisamos de garantias de que no dia 10 de dezembro teremos nossos salários. Precisamos sentar e ver o que vai acontecer. Está chegando um mês em que o mercado precisa de nosso salário, a economia do Estado precisa do nosso salário, o comércio já começou a sinalizar que é um banho de água fria não ter o salário do servidor", disse.

O sindicalista destacou que a situação de crise é somente sobre os servidores do executivo, já que os demais poderes, segundo ele, estão com as contas em dias. "Promotor, desembargador, juiz e deputado, recebem adiantado, porque a política do duodécimo permite sobra de caixa. Se não tivesse essa política, e o estado não estivesse produzindo em safra recorde e contribuindo com o PIB nacional para a balança comercial, pode ter certeza que seria o contrário. Todos eles estariam batendo em cima do governo", apontou. 

Oscarlino criticou o escalonamento dos salários do funcionalismo público. Segundo ele, isto provoca um racha entre os próprios servidores. "Somos todos iguais. Todos os servidores têm família. Não pode ficar assim, uma parte recebendo e outra não. Hoje estamos com delegados, oficiais da polícia, membros da Politec e outros profissionais sem receber salário. Isso promove, automaticamente, um racha, uma divisão e uma insatisfação. O que precisamos agora é saber o que vai acontecer", completou.

O presidente do Sisma-MT ressaltou que é preciso que o governo diminua as despesas e reveja a política de incentivos ao agronegócio. "As despesas não cabem, hoje, no que tem no cofre. Não cabe porque tem alguém usufruindo. O Estado está produzindo muito. Nós estamos contribuindo com o PIB. Os Poderes estão com tantas despesas pagas que estão com sobra de caixa. O agronegócio está com incentivos que não foram mexidos. É lógico que uma hora as coisas vão estourar. E está estourando, mas está acertando quem executa as ações". 

Fonte: Folha Max
 
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